Campo de São Bento recebe reconhecimento do governo da Bélgica

10/04/2018 – Niterói recebeu uma homenagem do governo da Bélgica pela preservação do Campo de São Bento, projeto do arquiteto belga Arsênio Puttemans. O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, recebeu o prêmio para o patrimônio belga no exterior do cônsul geral do país, Jean-Paul Charlier, na tarde desta terça-feira (10), no gabinete. O secretário Executivo, Axel Grael, também participou do encontro.

“O Campo de São Bento é um dos principais espaços públicos de convivência dos niteroienses, das crianças aos idosos, de todas as regiões da cidade. É o parque público mais visitado da cidade, um dos espaços mais bucólicos e agradáveis e tem um simbolismo muito importante para Niterói. O Campo mantém as características originais, representando uma das presenças mais marcantes da cultura e da migração belga para o Brasil”, explica o Rodrigo Neves.

O parque, que completa 110 anos em 2018, recebeu novos investimentos para melhorar ainda mais sua conservação. A Prefeitura também está elaborando, junto com o governo da Bélgica, uma programação especial, com a duração de uma semana, para comemorar o aniversário do local.

“Estou muito feliz de estar recebendo esse prêmio. Niterói vem atraindo investimentos importantes em várias frentes e esse relacionamento cultural com o governo belga pode se desdobrar também em relações econômicas”, completa o prefeito.

O cônsul geral da Bélgica no Brasil, Jean-Paul Charlier, explica que a homenagem é concedida pelo Serviço Público Federal de Relações Exteriores, Comércio Exterior e Cooperação e Desenvolvimento do Reino da Bélgica e pela Fundação Rei Balduíno.

“É um prazer entregar esse reconhecimento para Niterói. O Campo de São Bento é um lugar idílico e familiar, quase encantado, e mantém o desenho e muitas características originais do projeto. O prêmio quer valorizar o que os cidadãos belgas realizaram no exterior e destacar as raízes do patrimônio e as relações culturais entre os países”, afirma Jean-Paul.

(Fonte: Prefeitura de Niterói, via Blog do Axel Grael)

 

 

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Icaraí está no ranking das regiões mais povoadas do Brasil

A matéria a seguir tem um ano, mas continua atual…

“Abaixo apenas da Rocinha e de Copacabana

Por Raquel Morais

Um levantamento realizado por uma empresa de inteligência geográfica de mercado apontou Icaraí como a terceira região mais povoada do país. A pesquisa calculou a quantidade de habitantes por km² e o bairro fica atrás apenas da Rocinha e de Copacabana, ambos no Rio. O Portal População apontou que Icaraí possui pouco mais de 78 mil habitantes. Conforme o Censo 2010, a população masculina desse bairro é de 33.775 mil habitantes e a população feminina é de 44.940 mil.

O índice foi analisado após necessidade de empresas pesquisarem sobre o público-alvo de seus serviços. Segundo nota, dos dez bairros brasileiros mais populosos, cinco estão na cidade maravilhosa: Campo Grande é o número 1 do ranking com mais de 330 mil habitantes. Bangu está em 2° lugar, Santa Cruz em 4°, Realengo em 8° e Tijuca em 10°. “Vários pontos devem ser considerados na hora de escolher uma região para abrir um negócio, por exemplo. Primeiro a empresa deve entender quem é seu público-alvo e depois buscar estas pessoas pelas diversas regiões do Brasil – o número de habitantes ou a densidade demográfica são apenas alguns dos dados relevantes para este levantamento”, explicou a diretora de Inteligência Geográfica da empresa Susana Figoli.

A comerciante Virgínia Moraes, de 38 anos, mora em Icaraí e ficou surpresa com os resultados da pesquisa. “Não sabia que o bairro era tão populoso. Na verdade quando ando nas ruas de Icaraí realmente percebo muita gente e pela quantidade de apartamentos podemos confirmar esse levantamento”, apontou. Ela também reconhece a importância da pesquisa com fins comerciais. “Nada mais natural para uma empresa saber onde e para quem abrir um negócio, ainda mais em tempos de crise”, frisou.”

(Foto: Marcelo Almo)

(Fonte: Jornal de Icaraí, 26 de novembro a 2 de dezembro de 2016, Cidade, p.5)

 

 

Nota Técnica do IAB sobre o Cinema Icaraí

Outra matéria, não tão recente – 29 de abril de 2011 – mas que continua atualíssima, fala a respeito de uma situação que se arrasta até hoje: a necessidade urgente de se dar uma solução ao antigo Cinema Icaraí. Trata-se de nota técnica do IAB sobre o cinema, publicada no blog Desabafos Niteroienses. Veja:

IAB – NLM 29.04.2011

Mais do que uma atitude romântica ou saudosista, a preservação dos imóveis, ambientes ou paisagens numa cidade atende à necessidade do ser humano, como integrante de um grupo social, de salvaguardar sua identidade. É através da preservação da sua história, aquela que abriga suas referências e que deve ser
passada aos seus descendentes, que o cidadão fortalece sua identidade.
Num ato, no mínimo, de distanciamento ou talvez de distração daquilo que é caro à população de Niterói, em 2006, a Câmara de Vereadores, à revelia da manifestação do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural – CMPC, aprovou a Lei 2381/06 e alterou o tombamento que protegia o Cinema Icaraí desde
2001.

Naquela ocasião o Conselho identificou e apontou os efeitos desastrosos da aplicação dos dispositivos contidos na Lei, pois a alteração volumétrica aí permitida aniquilaria a imagem do bem, suporte material dos valores intangíveis que este encerra.

A referida Lei explicitamente favorece os interesses do mercado imobiliário, pois aumenta significativamente o gabarito do lote, atingindo a altura dos prédios vizinhos, o que corresponde a, pelo menos, dez pavimentos tipo e se utiliza, ainda, da condição de tombamento da fachada para manutenção do antigo alinhamento de construção, garantindo para ocupação no lote área maior que àquela decorrente da incidência de afastamentos ou recuos, como ocorre nos vizinhos, propiciando, assim, potencial construtivo vantajoso para empreendimentos habitacionais.

Diante da iminente ameaça ao bem cultural, este IAB mobilizou-se em reunir documentação e encaminhar ao INEPAC, órgão estadual, solicitação para tombamento do imóvel. Na mesma época, outros segmentos também se mobilizaram em manifestações de claro apreço ao Cinema, contribuindo para a compreensão pelo órgão de proteção estadual do valor atribuído ao bem pela população de Niterói.

O tombamento estadual foi então realizado em 26/11/2008, através do processo E-18/001.281/07 e neste ressaltou a importância arquitetônica, cultural, urbanística e afetiva do bem e estabeleceu como área de tutela para a proteção a Praça Getúlio Vargas, o que garante sua efetiva preservação.

Uma vez tombado o imóvel perde o valor financeiro especulativo que lhe havia sido atribuído com a alteração da lei de Niterói, descontentando aqueles se beneficiariam desta condição e a partir daí se instala um ambiente de tensão não explícita entre estes e a sociedade, que se mantém mobilizada na defesa de seu patrimônio. Nesse quadro assiste-se à progressiva deterioração do bem, que se mantém ocioso e foco de degradação do entorno, fato que aparentemente não incomoda seus responsáveis, uma vez que não deprime o valor financeiro que ainda pretendem auferir com o imóvel. Pelo contrário, a perpetuação do descaso tende a
promover uma reversão de valores, fazendo com que a vizinhança acredite que o erguimento de uma nova edificação trará a valorização do lugar, sem cotejar o quanto perde nessa operação, especialmente por tratar-se de valores não mensuráveis na mesma “moeda”.

Com o olhar um pouco mais atento é possível identificar que alguns setores da sociedade, comprometidos com interesses localizados, fazem coro em depreciar políticas oficiais de preservação, acusando-as de “engessar” as cidades e serem alienadas do processo de desenvolvimento, discurso de fácil propagação dada a fragilidade das noções relacionadas a história, patrimônio, direito, educação, cidadania e afins na formação escolar, ainda precária no nosso estágio de desenvolvimento.

Nesse contexto, tem-se como fato mais recente a proposição de um novo projeto para o local, revestido de todos os símbolos de encantamento para os segmentos menos avisados que aspiram rápida emergência, se equiparando, com mínimo esforço, aos países ricos do mundo.

Segundo notícia de jornal no projeto “…houve a inserção de uma torre que interage com a linguagem histórica artística e cultural”. Cabe refletir, baseado em quais princípios de composição plástica é feita essa afirmação ou seria apenas uma frase de efeito para influenciar os leitores? O projeto é equivocado quando “espeta” uma torre de vidro no bem tombado, com altura aproximadamente três vezes a original, numa relação desproporcional entre os volumes, bem como nos demais elementos compositivos, especialmente na adoção de adornos “gratuitos”, aniquilando a linguagem “art decô” e alterando intensamente a imagem do imóvel, justo aquela característica da expressão plástica de cinemas daquela época.

Nesta iniciativa foi arrolado um colega, com atuação relevante e respeitada no meio profissional e que, provavelmente, numa atitude desavisada elaborou o projeto em tela que poderia vir a ser objeto de discussão na classe e na sociedade, como usualmente se dá com aqueles de maior impacto, seja pela ousadia
plástica, uso proposto, tecnologia empregada ou mesmo por afrontarem situações anteriormente estabelecidas, especialmente as de ordem legal.

Ocorre que, neste caso, o cerne da discussão é menos a presença de mais um edifício, ainda que com uso pioneiro na cidade, mesmo que sua hipotética presença decorra de um caminho legal menos ortodoxo e mais a agressão que tal intervenção promove ao patrimônio cultural. Neste momento, está em jogo a preservação das características arquitetônicas, culturais e urbanísticas do imóvel e do lugar, legalmente protegidas e popularmente defendidas, o que conduz a discussão para um estreito caminho onde o conjunto da sociedade e o poder constituído têm o desafio de encontrar solução que resguarde o interesse público do imóvel.

Caberia equacionar operação que através da remuneração justa ao proprietário (por desapropriação ou outro dispositivo legal pertinente) o imóvel fosse disponibilizado para instalação de uso adequado, ou seja aquele que além de ser compatível com suas características arquitetônicas e urbanísticas, atenda ao interesse público e fortaleça sua identidade e os valores cultural e afetivo de que é detentor.

IAB – INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL / RJ – NÚCLEO LESTE METROPOLITANO

(Fonte: Blog Desabafos niteroienses)

Mais sobre o Cinema Icaraí:

Triste é ver o estado de abandono em que se encontra esse monumento tão significativo para a história do bairro e da cidade. Até quando? 

 

 

Campo de São Bento – Melhorias no Rio Icaraí

Notícias e matérias atuais sobre Icaraí também são interessantes para inclusão neste blog, pois tudo o que se vê e o que acontece de singular no bairro é resultado direto das providências e ações de tempos passados. Sendo assim, estamos reproduzindo um comentário, referente a esta matéria publicada no jornal O Globo Niterói, sobre o maior parque de Icaraí, o Campo de São Bento, feito por Axel Grael, com considerações sobre os problemas de escoamento das águas, que ainda hoje preocupam moradores e que se agravam em épocas de muita chuva. Segue o texto:

COMENTÁRIO DE AXEL GRAEL:

A medida anunciada pela Prefeitura de Niterói e pela Concessionária Águas de Niterói, abordada na matéria do suplemento O Globo Niterói, de 18/06/2017, tem como objetivo dar uma solução mais imediata para o problema da passagem do Rio Icaraí pelo Campo de São Bento.

Saiba um pouco mais sobre a obra que será feita nos comentários abaixo e na matéria do jornal.

Rio Icaraí: o rio do Campo de São Bento

A região atualmente ocupada pelos bairros de Icaraí e Santa Rosa, antes da urbanização, era uma baixada com áreas pantanosas e sujeitas naturalmente a inundação. Este fato, ajudou a fazer do Campo de São Bento o que é hoje. A sua característica brejosa original impediu que fosse ocupado por edificações, como o seu entorno. O problema, é que sob chuva forte, a dificuldade de drenagem da área persiste.

Antes de se tornar a região mais densamente ocupada de Niterói, um rio serpenteava suas planícies, cruzando na diagonal desde onde hoje é o Largo do Marrão até o Canto do Rio, onde encontrava-se com o rio hoje contido no canal da Avenida Ary Parreiras.

Hoje, também canalizado, o Rio Icaraí cruza o Campo de São Bento – a mais importante e mais visitada área verde de Niterói – também abastece o lago que compõe a paisagem local. Com elevado índice de contaminação por esgotos, o rio exala mau cheiro e gera muito desconforto para os frequentadores daquele parque, além de afetar a qualidade ambiental e a vida animal no local.

A solução apresentada pela Prefeitura de Niterói e por Águas de Niterói será a implantação de um equipamento conhecido como Tomada de Tempo Seco (TTS), logo a montante da sua chegada ao Campo de São Bento. Com isso, será feita a derivação da vazão do Rio Icaraí para a rede de esgoto que levará as águas à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Icaraí. Cabe lembrar que o Rio Icaraí já conta com uma captação de sua vazão em tempo seco nas proximidades da ETE Icaraí, portanto, a jusante do Campo de São Bento.

A medida ora apresentada pela Prefeitura de Niterói ampliará os benefícios, trará benefícios estéticos e ambientais para o Campo de São Bento em condições normais, sem chuvas mais intensas, que aumentam a vazão do rio.

A seguir, apresentamos algumas providências que estão sendo tomadas para resolver o problema de inundação e da poluição do Rio Icaraí.

Inundações

Para a solução do problema de inundações, outras medidas estão sendo previstas. O rio drena a área mais densamente ocupada da cidade de Niterói e hoje, além da poluição, gera problemas recorrentes de inundação em ocasiões de chuvas fortes. A solução para as enchentes virá com o projeto de macrodrenagem de Icaraí, que a Prefeitura está em estágio avançado de captação de recursos para a obra.

A prevenção das inundações não tem solução fácil, pois o curso do Rio Icaraí em vários trechos foi inclusive coberto pela construção de prédios, de ruas e outras estruturas urbanas, que dificultam o acesso à calha do rio para fazer a sua manutenção e melhorias de drenagem. Em função do adensamento urbano, há também a dificuldade de espaço para alternativas.

Soluções

Dentre as soluções em estudo, estão:

  • ESCOAMENTO – MACRODRENAGEM: A viabilidade da implantação de novas galerias de drenagem que funcionem como alternativa de escoamento em situações de maior vazão (chuvas fortes)
  • RETENÇÃO NAS ÁREAS BAIXAS: A viabilidade de soluções para a retenção do excesso de água através de reservatórios (piscinões)
  • RETENÇÃO EM ALTO CURSO: Estudo de viabilidade de soluções alternativas para retenção em áreas de alto e médio curso do rio, antes que as águas cheguem em áreas mais sujeitas a inundação.
Além da Captação de Tempo Seco da vazão do rio a montante do Campo de São Bento, já estão sendo implementadas as seguintes medidas:
  • FISCALIZAÇÃO: Ampliação do programa “Se Liga” na bacia hidrográfica do Rio Icaraí para identificar construções que não estejam ligadas à rede de esgoto para melhoria das condições ambientais do rio. Em parceria com a Concessionária Águas de Niterói, já foi realizada uma inspeção com o uso de tecnologia especial de última geração (robô) que filmou as áreas cobertas por construções e identificou irregularidades e estrangulamentos do sistema de drenagem.
  • PREVENÇÃO – MICRODRENAGEM: através da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (SECONSER), há a intensificação das rotinas de manutenção de bueiros e drenagens das ruas, para garantir o rápido escoamento em situação de excedente de água. Os resultados já podem ser notados nas últimas situações de chuvas fortes, quando o escoamento tem ocorrido em poucos minutos.
  • PREVENÇÃO – ANTECIPAÇÃO DE SITUAÇÕES DE CHEIAS: através do Serviço de Meteorologia da Defesa Civil de Niterói, a Prefeitura de Niterói emite Alertas de Chuva, que permitem que as equipes de manutenção (SECONSER) e de gestão do trânsito da cidade (NitTrans) possam se antecipar e prevenir problemas.
  • DIAGNÓSTICOS: através do Sistema de Gestão da Geoinformação de Niterói – SIGEO, uma premiada iniciativa da Prefeitura de Niterói, estão sendo reunidas informações sobre os principais bolsões de inundação na cidade e são avaliados a intensidade de chuvas para que tal áreas inundem.

A medida anunciada agora pela Prefeitura trará a solução para mais um dos problemas crônicos e históricos de drenagem da cidade.

É importante lembrar que toda obra de drenagem é dimensionada para uma determinada intensidade de chuvas, o chamado “Tempo de Recorrência”. Mas, chuvas extraordinárias, poderão ultrapassar a capacidade do sistema de drenagem. Em tempos de crescente preocupação com as mudanças climáticas em todo o planeta, a gestão da drenagem das cidades é um desafio cada vez maior.

Nos casos de chuvas mais intensas do que a capacidade de escoamento, o importante é que o projeto e o planejamento garantam que a frequência destas ocorrências sejam as menores possíveis, e, caso ocorram, que o escoamento da água se dê da forma mais eficiente possível, diminuindo os transtornos para o cotidiano da cidade, para o patrimônio e para a vida das pessoas.

Axel Grael
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói

(Fonte: Blog do Axel Grael, 18/6/2017)

 

 

Dados estatísticos

O estudo “Niterói: bairros“, levantamento de dados realizado pela Consultoria Especial de Ciência e Tecnologia, órgão da Prefeitura Municipal de Niterói, e publicado em março de 1996, revela dados surpreendentes sobre os 48(*) bairros que compõem o município de Niterói.

Falando especificamente de Icaraí, o bairro apresentou nas décadas de 1940 e 50 um acelerado processo de adensamento demográfico facilitado pelo predomínio de construções verticais. No entanto, é bem servido de infra-estrutura básica.

É o segundo núcleo mais populoso do município (39.940 habitantes) e possui o número mais elevado de domicílios (20.229). Sua taxa média de crescimento é de 1,10% ao ano.

A taxa de alfabetização da população acima de 5 anos é bastante elevada (97,66%), ocupando a segunda posição do município. A primeira fica com o bairro da Boa Viagem.

Icaraí tem 67,50% de homens como chefes de família e 32,50% de mulheres. O rendimento médio mensal dos chefes de domicílio que recebem até 5 salários mínimos é de 23,48%; de 5 a 15 salários, 43,65% dos chefes e acima de 15 salários 30,66%.

Um outro dado relevante é que 70,11% dos imóveis são próprios e 23, 14% alugados.

A distribuição por faixa etária mostra um quadro peculiar. É relativamente menor a população infantil de 0 a 9 anos (10,92%) do que a idosa, de 65 anos ou mais (12,06%). A faixa etária que apresenta maior concentração é a adulta entre 20 e 44 anos (38,37%).

Quanto à distribuição por sexo, 43,72% dos moradores são homens e 56,28% mulheres.

(Fontes: Niterói Informações Básicas 1994. CECITEC/PMN; Jornal O Fluminense, 24 e 25 de março/96; Jornal Setedias, 16 a 22 de março/96)

(Publicado no boletim semanal do Rotary Club de Niterói Icaraí, de 27/3/1996)

(*) Atualmente, o município é composto de 52 bairros.